COMUNIDADE DA ASCENSÃO

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Novo Hamburgo/RS
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Durante os culto de domingo há Culto Infantil, das 09h30 às 10h30. Nossa equipe está preparada à espera de seus filhos/as ou netos/as. Traga-os para que façam parte deste Projeto Comunitário. Aqui, eles serão imersos em valores cristãos, diretamente retirados das Sagradas Escrituras, através de histórias bíblicas narradas, dinâmicas de grupo, momento da arte, orações e canções evangélicas. Se você gosta de crianças, venha ser uma coordenadora. Nosso grupo conta com oito pessoas e ficaremos felizes de ter você conosco.
Arquivo Mensal dos Eventos Comunitários

2º Templo – 1951-2011

A Igreja da Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo

Em 25 de abril de 1948 aconteceu o lançamento da pedra fundamental e em 7 de Outubro de 1951 a nova Igreja da Ascensão foi festivamente inaugurada.

Primeiramente, houve uma peregrinação entre o local da primeira igreja e a nova igreja


Na chegada, houve uma cerimônia de Abertura com representantes leigos e pastorais


O construtor responsável, Max Herrmann Schluepmann, entregou a chave do templo ao Pastor Heinz Kretschmer, para abrir as portas da igreja

As abóbadas e os arcos da igreja têm 14 metros de altura e a torre principal 58 metros. Os vitrais no altar retratam no centro a Ascensão de Jesus Cristo, no lado esquerdo “a pesca maravilhosa” (Lucas 5:1-11) e no lado direito “o Bom Pastor e as ovelhas” (João 10:11-16)

A torre abriga dois sinos do antigo templo, importados da Alemanha em 1923. Os sinos foram inaugurados durante os festejos do centenário da imigração alemã em 1924. A mensagem neles gravada faz com que ressoem do alto da torre da igreja sobre a cidade de Novo Hamburgo, convidando o povo a aceitar e viver a paz de Deus. Os sinos são de aço fundido. O sino grande traz a inscrição: FRIEDE AUF ERDEN (Paz na terra). No sino pequeno se lê: DEN MENSCHEN EIN WOHLGEFALLEN (às pessoas a quem ele quer bem).


Muita história a ser contada

O projeto da construção do Novo Templo movimentou toda a comunidade luterana, inclusive, a cidade de Novo Hamburgo; conseqüentemente, há muitas histórias a contar. Há muitos depoimentos de pessoas que vivenciaram toda esta história. Lembro de conversas com seu Adolfo e D. Helga Lindenmeyer. Histórias sobre a construção, os vitrôs, do Pastor Kretschmer e do empenho da OASE, da qual, na época da construção, D. Helga era a presidente (1942-1954).

Além da responsabilidade de suprir o novo templo com tapetes, cortinas e toalhas para o altar, houve a campanha para aquisição do órgão. Quando a possibilidade de compra parecia garantida, um defeito na colocação das telhas de cobre exigiu que o valor arrecadado pela OASE na campanha do órgão fosse destinado à construção.

Sr. Emílio Lutz, nascido em 1904, lembra com alegria a construção da nova Igreja da Ascensão.

 Também ouvimos muitas histórias do Sr. Emilio Lutz, tesoureiro da comunidade na época da construção. Mesmo não sendo membro da comissão de construção, sua participação foi importantíssima no desenvolvimento do projeto. Sua maneira precisa e vibrante de relatar os fatos, inspirou a nova geração a assumir os desafios que estavam à frente da comunidade.


Mordomia

Um desses desafios exigiu a criatividade da comunidade. Quem participou ativamente da vida da comunidade nesta época conheceu o movimento da “mordomia”. Um movimento que significou muito trabalho, dedicação, “vestir a camiseta”, envolver-se e participar.

O final de 1964 e início de 1965 trouxe à Novo Hamburgo uma reflexão promovida pela IECLB: a conscientização do povo luterano sobre o ser membro consciente e participativo em sua igreja e não “um sócio”, como se costumava dizer.

Falar de “mordomia” em nossa comunidade era falar de pessoas, da busca por nomes, de um verdadeiro “reboliço” experimentado pela comunidade no treinamento de leigos e visitadores, da formação de lideranças e de um trabalho constante de visitação, através das famosas “duplas”. Foram “bons tempos” na vida desta comunidade. Tão bons que, ainda hoje, seus efeitos podem ser sentidos. Foram frutos que permaneceram.

O grande número de voluntários que temos envolvidos nos diversos setores de trabalho da Ascensão são frutos da “mordomia”. O trabalho de evangelização, grupos de estudo bíblico e o constante contato com os membros através do “programa da mordomia”, valeu a pena.

Como já dissemos, falar do trabalho da “mordomia” era falar “de pessoas”. Por outro lado, era também falar “com pessoas”. E, neste particular, um nome não pode ser esquecido: Sr. Julio Otto Schmidt. Falecido em dezembro de 1994, o Sr. Julio Otto deixou uma verdadeira riqueza histórica.

A história de uma comunidade se torna rica a medida que revela o empenho e dedicação de seus membros, que, no desejo de servir a Deus, não mediram esforços para levar adiante um trabalho iniciado pelo próprio Deus.

Folheto da época

Importância da Visitação

Dentre as muitas relíquias da D. Erna Scmidt, está uma reflexão elaborada pelo Sr. Julio Otto:

“Há alguns anos passados faziam-se reuniões em casa hospedeiras de membros da Comunidade. Também já se fez uma visitação ampla que atingiu todos os membros da comunidade em suas respectivas casas, que abordou mais de 700 pessoas, entre casais e solteiros desta comunidade. A visitação promoveu um reavivamento na nossa comunidade e fez parte do trabalho de mordomia cristã. Visitar é ir lá onde as pessoas estão; se não vêem a nós, nós vamos até elas. Vamos ao encontro daqueles que não vêem. Quem não gosta de receber uma visita que lhe traz boas novas, notícias agradáveis?”

“Quão formosos são os pés daquele que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação que diz O teu Deus reina” Isaias 52.7.

 Como começou

Em documento de março de 1982, o Sr. Julio Otto Schmidt define os propósitos da mordomia cristã quando diz:

“Muitos membros perderam o contato com a comunidade. Muitos jovens, depois de confirmados, procuravam a igreja somente para se casar ou por outros motivos. A vida moderna, com seus prazeres, tinha supremacia para muitos de seus membros, que seguiam seus próprios caminhos, legando a vida espiritual para segundo plano, esquecidos do que Jesus disse: ‘Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus’ (Mt 4.4). Muitos se consideravam ‘sócios’ e não membros de sua comunidade, pagando sua contribuição para terem ‘direitos’ aos ofícios (Amtshandlungen). Muitos procuravam soluções para seus problemas, consultando o horóscopo, outros cartomantes para casos amorosos e o futuro de suas vidas e ainda outros, usando amuletos, crendo desviar malefícios, evitar doenças, desastres, como se isso pudesse influir em suas vidas, deixando de ter fé em Deus.

Apresentou-se algo novo para nós: A Mordomia Cristã – uma filosofia de vida cristã, baseada na Bíblia. Ouvimos algumas conferências com explicações pelos incansáveis Pastores Milton Olson e John Nasstrow, gentilmente convidados pelo então nosso querido Pastor Gustavo Reusch e o presidente Evaristo La Bradbury, isto nos dias 30 de março a 2 de abril de 1964, sobre o tema ‘Mordomia Cristã’.

 

Ensinos Eternos

Veja alguns temas da mordomia:

1967 – Vos sois Santos!? Uma Afirmação e uma pergunta

“Ninguém é santo por seu próprio esforço. Santidade sempre vem de Deus. Deus procura o crer do homem. Deus quer uma resposta pessoal do homem pela graça que Ele lhe dá. Uma resposta que incluiu arrependimento, fé em Cristo como Salvador e Senhor e a aceitação pessoal desta Salvação de Deus.”

1968 – Pedras Vivas (1 Pe 2.5)

“Ser e viver precisam andar juntos. Ser Cristão sem viver como cristão não é possível. E viver como cristão, imitando um cristão, sem ter fé no Senhor, também não é possível. Deus não aceita isto. Pedra viva significa ser membro ativo na comunidade, não apenas dando dinheiro, mas dando também forças e talentos.”

1972 – Deus ama a quem dá com alegria (2 Co 9.7)

“Mas não é justo que quem tem mais, que este dê mais? Para um trabalho eficiente e responsável temos que reexaminar nossa maneira de participação e começar a pensar em outros termos. Deus espera de cada um uma resposta séria.”


Estudos Bíblicos

Junto ao trabalho da Mordomia, desenvolveu-se outro trabalho com forte ênfase na formação de lideranças: os grupos de estudos bíblicos. Os chamados “grupos abertos” reuniam jovens e adultos em encontros de estudo, geralmente semanais. Quase todos que participavam de tais grupos acabavam gostando de Estudar, de Compartilhar e de Orar, donde surgiu a sigla ECO. Passaram a ser conhecidos como “grupos fechados”, pois reuniam as mesmas pessoas a cada semana.

“Sou um doutor e um pregador, na verdade um erudito e experimentado. Mesmo assim, porto-me como uma criança que aprende o catecismo, lê e recita palavra por palavra. E, além disto, TENHO QUE LER E ESTUDAR DIARIAMENTE, mas, mesmo assim, não me saio como quisera, e devo permanecer criança e aluno do catecismo.” Martim Lutero

“Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para a salvação.” I Pedro 2.2

Grupos ECO

Cada setor de trabalho e cada atividade a ser lembrada, acaba tendo um vínculo maior com uma determinada pessoa ou grupo de pessoas. Os grupos ECO não fogem à regra. O Pastor John Aamot iniciou seu trabalho pastoral em Novo Hamburgo no início de 1965 e voltou aos Estados Unidos em 1972. Uma das ênfases de seu ministério foi o treinamento de lideranças e a evangelização. O trabalho de discipulado (treinamento um a um) deixou frutos que permanecem até hoje. Este processo de treinamento tinha sua base bíblica no texto de 2 Timóteo 2.2:

“E o que de minha parte ouviste, através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros.”

Como resultado deste treinamento de lideranças a Comunidade da Ascensão experimentou um grande despertar: Vários grupos de estudos bíblicos reuniam centenas de pessoas; semanas de evangelização trouxeram muitos membros afastados para a igreja; jovens foram desafiados ao trabalho pastoral; pregadores leigos assumiram cultos no centro e nos bairros, realizando Batismos e celebrando a Santa Ceia.

Boa parte da liderança atual ativa no presbitério e em outros setores da Ascensão é fruto deste período que não ficou no passado, pelo contrário, está viva, adaptada às novas formas exigidas pelos tempos atuais. Um trabalho sério e atuante, colocando a Bíblia nas mãos do povo, só pode dar frutos que permaneçam. É a promessa que o próprio Senhor Jesus faz, quando diz:

“E vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça.” João 15.16


JENHA – Jovem aos 63

Esta expressão pode definir bem o trabalho da Juventude Evangélica, conhecida na Ascensão como JENHA. Fundada em 1947, a JENHA ainda continua jovem por que reúne jovens. Diferente de outros departamentos que podem reunir as mesmas pessoas por anos e anos, os que participam das reuniões da Juventude Evangélica são “mutantes”. Claro que há histórias de pessoas que completaram “Bodas de Prata” como membros da JE, mas são exceções. Isto, com certeza, mantém o trabalho com jovens sempre atual e adaptado à realidade de cada grupo. Por outro lado, cria, em muitos casos, dificuldades bastante grandes no que diz respeito à identidade do grupo e à participação de seus membros.

 O Jovem e Deus

Uma das marcas do trabalho com jovens na Comunidade da Ascensão tem sido o confronto do jovem com a Bíblia e com o amor de Deus. Cada período, nestes 64 anos de história da JENHA, precisou encontrar sua maneira de envolver e atender os jovens e suas necessidades. Algumas características aparecem em todas as épocas, por que são próprias da juventude: excursões, retiros, gincanas, acampamentos e olimpíadas, são apenas alguns exemplos. Cada um que lê esta página e teve oportunidade de integrar o grupo da JE em algum período de sua história sabe do que estamos falando. Muitos encontraram neste ambiente fraterno e de respeito, sua esposa ou marido. Outros fizeram amigos “eternos”, que ainda hoje se visitam, viajam juntos ou se correspondem.

Na década de 60, quando o grupo passava dos 120 jovens nas reuniões, surgiu uma alternativa, na criação de uma segunda noite de encontros, o que passou a acontecer nas quartas-feiras, além das reuniões tradicionais de sábados à noite. O que aconteceu é que a maioria gostava tanto da JE que vinha na quarta e no sábado. Foi aí que se começou a falar na criação da JE “Mirim”, para reunir os recém-confirmados, identificados pela idade, deixando as reuniões da JENHA para os “maiores”.

 Juventude Evangélica Mirim

Indo e vindo em determinadas épocas e funcionando de forma descontinuada, o trabalho da Juventude Mirim na Comunidade da Ascensão, na forma como se organiza hoje, foi reestruturado em 1992. Com reuniões semanais nas quartas-feiras à noite, das 19:00 às 21:00 horas, a Juventude Mirim abria um espaço para que os adolescentes, enquanto alunos do Ensino Confirmatório e após sua confirmação, podiam encontrar um ambiente saudável com “gente da sua idade”. Como foi mencionado ao se falar de outros departamentos, também na Juventude Mirim, o aprofundamento bíblico e o confronto do adolescente com a realidade da vida e o amor de Deus são essenciais.

 

Integração entre grupos comunitários

Se por um lado é característica do adolescente “enturmar-se”, como igreja não se quer que se isolem dos demais membros da comunidade, o que, aliás, pode acontecer com qualquer grupo de pessoas, em qualquer idade. Atividades de integração tem sido promovidas entre os adolescentes e a comunidade. Pode-se lembrar com alegria a “Gincana dos 45 anos da Igreja da Ascensão”, onde as duas juventudes (JENHA e MIRIM) formaram uma equipe e “quebraram a cabeça” juntos, para procurar as respostas das tarefas-desafios.


Grupo Singular

Além da OASE e da JENHA, outros grupos comunitários surgiram para oferecer espaços evangélicos para diferentes perfis de pessoas. O Grupo de Singulares é um exemplo. O grupo oportuniza um ambiente saudável e fraterno onde pessoas solteiras, viúvas, separadas ou simplesmente sozinhas se encontram para compartilhar, estudar a Bíblia e divertir-se. A vida passa a ter um novo sentido quando, ao invés do isolamento, nos envolvemos com outras pessoas.

“Procuramos dar sentido à vida, envolvendo-nos nas atividades da comunidade”, testemunha Arlindo Eichelberg, um dos integrantes do “Grupo Singular” que iniciou suas atividades em 28.10.1990. Outras comunidades desenvolvem um trabalho semelhante, o que tem facilitado a realização de encontros de confraternização entre os diferentes grupos de “singulares”. O grupo teve uma trajetória curta, mantendo-se ativo apenas na década de 90.


Comemorações do Centenário – 1898-1998

O tempo passa, as atividades ocorrem, os pastores vêem e vão, a comunidade cresce e quando nos damos conta, a comunidade faz cem anos de existência, de testemunho de fé na cidade de Novo Hamburgo. Para celebrar dignamente esta data – 1º de maio de 1998 – o Presbitério da Comunidade da Ascensão optou por organizar os festejos do centenário de uma forma diferente. Foi preparada uma programação para o ano todo, que incluiu uma visita por mês de pastores convidados (ex-pastores e autoridades da IECLB).

Pela direção da igreja, pregaram o P. Sinodal Arzemiro Hoffman e o P. Presidente Humberto Kirchheim. Como ex-pastores atuantes na Ascensão, estiveram pregando os pastores John Aamot, Wilfried Buchweitz, Orlando Keil, Ingo Wulfhorst, Helmut Burger e Hulda Hertel e como pastor convidado, nosso membro e ex-pastor presidente da IECLB, Augusto Kunert. A fim de integrar todos os departamentos da comunidade, foi organizada a “Gincana do Centenário”, que teve seu início no dia 15 de maio de 1998, para lembrar o primeiro culto da comunidade, continuando no dia seguinte.

 

Participação da OASE

No ano do centenário da comunidade, um de seus grupos mais ativos e significativos, a OASE (Ordem Auxiliadora de Senhoras Evangélicas), comemorou seus 75 anos de existência. Tendo suas origens na “Sociedade de Senhoras e de Senhoritas, de Hamburgo Velho e de Novo Hamburgo”, fundada em março de 1910, a OASE sempre marcou sua presença na vida comunitária por sua dedicação e serviço (Ordem Auxiliadora). A data de início da existência da OASE da Ascensão foi o dia 23 de março de 1923, com 39 associadas. Já no ano de 1926, a OASE contava com 120 associadas.

Reunião da OASE em 1932. No centro o P. Dietschi

A história do Centenário está repleta de “boas ações” que envolveram o trabalho das senhoras: ajuda de pós-guerra a escolas, campanha dos sinos, campanha do órgão, construção da Escola Osvaldo Cruz e da nova igreja. No relatório da comunidade de 1927, lemos que “…a OASE conta com 132 associadas. Suas reuniões se realizam a cada duas semanas e seus ensaios de canto coral, semanalmente. Suas contribuições para a Caixa da Comunidade são consideráveis. A OASE, possui, atualmente, a quantia de 10 contos de réis, em caixa.” Para saber mais sobre a história e a atualidade da OASE da Ascensão, clique aqui.

 

Olhando para o futuro – Centro Comunitário “Casa 2000”

Um momento marcante nas comemorações do centenário foi o Lançamento da Pedra Fundamental do “Projeto Casa 2000″, que aconteceu no dia 17 de Maio de 1998. O projeto do “Centro de Ação Social da Ascensão” (CASA) foi apresentado à comunidade no culto festivo.

Lançamento da Pedra Fundamental no culto

Em cerimônia ao ar livre, no local onde se erguerá o novo prédio que abrigará a nova secretaria, salas de departamentos, salão para eventos e o atendimento da Ação Social (AEVAS). Para conhecer melhor o desenvolvimento do Projeto Casa 2000, clique aqui.

 

Reconhecimento

Em sessão solene ocorrida na Câmara Municipal de Novo Hamburgo no dia 12 de Maio de 1998, uma justa homenagem foi prestada pelo legislativo hamburguense. Nas palavras de vários vereadores, foram destacados os serviços prestados pela comunidade e seu testemunho vivo como igreja atuante na cidade.

Outro momento marcante nos festejos do Centenário da Comunidade da Ascensão, aconteceu no culto do dia 08 de Novembro de 1998, onde foi prestada uma homenagem pela Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH).

Entrega da placa

Dessa maneira o gesto do Presidente da IENH, Selson Dientsmann e do Diretor Geral, Prof. Osvino Toillier, renovou a certeza de uma caminhada conjunta entre escola e igreja, desde sua fundação.


Cinqüentenário do 2º templo – 1951-2001

Três anos depois do centenário da Comunidade da Ascensão, celebrou-se o cinqüentenário da construção do segundo templo. Para este evento, repetiu-se a idéia de se realizar durante todo o ano de jubileu eventos religiosos pertinentes. Os eventos e as datas seguem abaixo:


  • 07/04/2001 – Filme “Terra Santa” por Prof. Osvino Toiller.
  • 08/04/2001 – Bazar do Chocolate.
  • 29/04/2001 – Almoço de Confraternização – Departamento de Promoções.
  • 27/05/2001 – MAIFEST – Departamento de Promoções (Comida Típica Alemã) – Participação do Grupo de Danças Alemãs de Canudos.
  • 16/06/2001 – Culto com participação Grupos Instrumental de Nova Petrópolis.
  • 23/06/2001 – Culto com participação Ex-Terra Nascente – São João (JENHA).
  • 24/06/2001 – Almoço de Confraternização e Membros Novos – Departamento de Promoções.
  • 30/06/2001 – Culto com participação Grupo Sonoridad (São Leopoldo).
  • 1º/07/2001 – Dia de Ação de Graças (c/ Almoço) c/ Coral.
  • 8/07/2001 – Culto de Envio do P. Dr. Ingo Wulfhorst (Pregação: P. Pres. Kirchheim).
  • 22/07/2001 – Almoço de Confraternização – (pelo Coral).
  • 18/08/2001 – Culto com participação da Orquestra Infanto-Juvenil da Instituição Evangélica.
  • 26/08/2001 – Galeto – (JENHA).
  • 15/09/2001 – Concerto pela Orquestra da Escola Evangélica de Ivoti.
  • 30/09/2001 – Encontro Sinodal de Coros:
  • Durante a Semana: Lançamento do Livro do Cinqüentenário da Igreja da Ascensão.
  • 03/10/2001 – Sessão Solene na Câmara Municipal.
  • 06/10/2001 – Concerto pelo Grupo de Trombones de Frankena, Brandenburg, Alemanha – participação do Coro da Ascensão.
  • 07/10/2001 – Cinqüentenário do Templo da Ascensão (c/ Coral).
  • 08:45 – Apresentação da Banda Municipal.
  • 09:30 – Culto Especial com participação do Coro da Ascensão.
  • 11:00 – Apresentação da Banda do 3º Batalhão da Brigada Militar.
  • 12:00 – Almoço (churrasco).
  • 2/12/2001 – Confirmações de Prata, Ouro (Primeiro Grupo na Igreja Nova) e Diamante (1º Dom. Advento) c/ Coral (Almoço).

Atualidade

Hoje, em 2011, a Comunidade da Ascensão está comemorando 113 anos de existência e feliz pela caminhada com o Nosso Senhor Jesus Cristo, que ascendeu para que pudéssemos todos receber a graça do Espírito Santo e comungarmos fraternalmente como irmãos e irmãs no nosso querido templo.